Penso que cada indivíduo possui a sua própria essência, assim como cada um conhece seu limite de superação.
Creio que não se compara dor e superação e considero as pessoas que, ao invés de ajudar julgam, condenam, caluniam quem não consegue conviver bem com a doença que possui. São pessoas pobres de espírito que deveriam, ao menos, ter um mínimo de dignidade e permanecer calados.
Aos desinformados, o estresse pós-traumático causa síndrome do pânico, entres outras doença. Leva à depressão e causa diversas doenças, como câncer, por exemplo. Há estudos que a maioria dos suicídios são cometidos pelo(a) depressivo(a), inclusive a pessoa pode adquirir anorexia ― uma doença crônica que gera queda de cabelos, unhas e que mata muito rápido.
É um absurdo as pessoas que sofrem dessas doenças serem consideradas vagabundas (fingem para não trabalhar). É um absurdo não haver uma campanha informativa dos governos de como tratar esses pacientes ― que, na maioria, são abandonados pela família, por amigos e ficam completamente sozinhos ― e, claro, investir em instituições com profissionais capacitados para essas doenças. Psiquiatra, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, dermatologista, ginecologista, urologista etc.
Proponho que os meus amigos do facebook me ajudem a realizar essa campanha. Lembrem-se de que nenhum de vocês está livre de sofrer um assalto relâmpago ou qualquer outro tipo de violência que pode gerar o estresse pós-traumático, que desencadeia todas as doenças que mencionei nesse texto.
Pode ser que alguns de vocês considerem esse texto agressivo. Por isso, deixo aqui a letra de uma canção que fala com mais delicadeza do que eu.
Sabe lá
Sabe lá
Sabe lá (...)
O que é morrer de sede
Sabe lá (...)

1 comentários:
Penso que todas as questões seriam resolvidas com boa vontade, empenho e discernimento. É´preciso um olhar minucioso e mais que atento para ver realmente a gravidade da depressão e de todos os males surgidos com ela.
Governos, mídias e todos os pensantes deveriam fazer alguma coisa.
Valeu o seu texto.
Beijos. Eliana Uhl.
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