terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Neinha Freitas
Neinha Freitas, minha Creuzinha :
Há quem acredite que família não se
escolhe — já vem pronta. No seguimento que creio escolhemos a vir como filha,
como irmãos, como mãe, como pai... Para que possamos acertar erros de uma vida
passada que tivemos com essas pessoas.
O que me faz pensar que a ligação quão
sanguínea não é tão relevante quanto a espiritual, porque às vezes nos
deparamos com uma pessoa que o sangue não percorre nas mesmas veias que a nossa,
contudo, o encantamento da alma é imediato e eterno.
É exatamente o que ocorreu quando meus
olhos viram Neinha — minh’ alma ficou encantada e a beleza dessa magia me fez
deseja- lá como irmã.
Uma irmã que não mede esforços para
os meus momentos difíceis. Por que não
mede esforços ? Porque quem realmente
ama não faz esforço, mas sim, segue o verdadeiro sentido do verbo amar — doa o
Jesus que há dentro de si : “Amai o próximo como a ti mesmo ”.
Agradeço a Deus pela vida da minha
irmã. A fé dela no Pai não é vacilante, pois quando ela sente dores — muitas
delas que ultrapassam o físico — não permite que o seu belo sorriso fuja dos
seus lábios.
Que seus desejos sejam realizados.
Seus caminhos sejam iluminados para não tropeçar em pedras, mas caso, encontre uma pedra que a
derrube, que saiba levantar e seguir em frente como sempre fez com maestria.
Parabéns!
Da sua irmã,
Ana Castro.
26/02/2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
Senhor
Senhor :
Obrigada por não ter permitido que eu
adquirisse o vício da mentira, por não ter feito uso da calúnia, da difamação,
por não desdenhar a dor do meu semelhante dando “dicas” de felicidade como se
eu tivesse o Teu Poder da onisciência e da cura.
Obrigada por errar tanto comigo
mesma. Os erros, os sofrimentos , são bênçãos para minha evolução espiritual. Que
eu possa errar cada vez mais sem me preocupar com a vida alheia, porque ninguém
pagará a dívida do outro.
Permita que eu faça quarenta e nove
anos no próximo mês ― é quando começará o meu ano novo ― que muitos possam vir
se for da Tua vontade, porque se depender de mim ficarei aqui envelhecendo sem apego
as fotografias passadas. Que elas sejam apenas belas e boas recordações . Que o
espelho me mostre a beleza de um novo rosto marcado com as linhas que relatam a
história de quem tem a oportunidade de envelhecer.
Que eu não coloque minha alegria, minha
felicidade nas mãos de ninguém, nem mesmo, nas mãos da filha que me deste. Se
eu pagarei pelos meus erros, eu serei responsável pelas minhas alegrias e pela
minha felicidade.
Como eu não estou acima do bem e do
mal há momentos em que me encontro com a ira, a raiva, que logo passa, pois
penso que esses sentimentos trarão doenças para mim. Por isso, se eu for
tentada por pensamentos, desejos negativos para eu prejudicar meu próximo,
tenha piedade de mim os retirando imediatamente da minh’alma.
Que a beleza da simplicidade esteja
em mim até quando eu aqui permanecer, não importa quando será e de que modo
chegará esse dia. Creio no seu poder de Pai de infinita, bondade. Sei que fará o melhor para essa tua filha que o ama.
Que eu possa respeitar sempre o
ateísmo , agnosticismo, que eu jamais condene os que não creem em ti, do contrário,
estarei eu infringindo a Tua lei do livre arbítrio. Portanto é meu dever
respeitar todas as crenças religiosas, todas as diferenças das pessoas que
cruzarem meus caminhos.
Pai, tenha piedade, misericórdia ,
dos que me caluniam, me julgam, me condenam, sejam os desencarnados, os
encarnados que conheço e os que não conheço. Que eles e eu sejamos sábios em o olharmos
para dentro de nós mesmos.
Que essas minhas palavras não sejam
repetidas, porque quem se expõe ao falar o que sente de si mesmo poderá ser
considerado o ridículo, mas como isso não me incomoda -seja eu então :ridícula.
Louvado seja o Teu filho ,Nosso
Senhor Jesus Cristo.
Assim Seja.
06/01/2013
domingo, 27 de maio de 2012
“Eu tenho tanto para lhe falar, mas com palavras não sei dizer...”
Esse
belo sorriso ficará moldurado na minha memória. O corpo se foi, mas as boas
lembranças, que são muitas, permanecerão. Ana Peres era uma dessas pessoas
raras. A conheci quando nós duas tínhamos dezoito anos e trabalhamos juntas no
banco Bradesco. Ali se formou um laço como se tivéssemos o mesmo sangue
correndo em nossas veias. Ganhei uma irmã. Uma pessoa de uma espiritualidade
muito forte. Todo tempo que convivemos juntas nunca a vi fazer um comentário
maldoso de um semelhante, falar da vida alheia. Era de uma simplicidade e voz
suave. Quando tinha algum funcionário para ser demitido por intrigas, calúnias
ela sempre me procurava e juntas íamos até a gerência para que esse funcionário
não fosse demitido ,e, muitas vezes, ela alcançou esse objetivo.
Formou-se em Direito, mas acabou optando por
trabalhar com o grande talento das suas mãos, pintando quadros, entre outros
trabalhos. Manuseava muito bem o artesanato. Criava novas formas. Apaixonada
por orquídeas, construiu um orquidário. Mãos talentosas também para a terra ,e,
como diz o Vital Farias: terra lavrada é
poesia.
Por
mais difícil que seja essa separação tão repentina, espero que seu filho,
marido, os irmãos, a mãe, o pai , as tias e sobrinhos, sejam amparados pelas
mãos de Deus, porque Ana não foi materna só com seu único filho― Bastião― mas,
com toda a família, com os amigos ― possuía a arte de acolher a todos.
Obrigada
, Ana, por ter me acolhido, e, onde estiver agora receba a minha gratidão
eterna. Agradeço a Deus por eu não ter deixado para o amanhã meu amor por você,
fiz em vida. A partir de hoje o que ficará em mim é nosso amor, minha amiga,
minha irmã. O título deste texto era sua canção preferida. Como era grande o
seu amor pelo próximo, dias antes da sua despedida cantou essa música com um
belo sorriso nos lábios...
Ana Castro
27/05/12
sábado, 12 de maio de 2012
Missão de Mãe
Acredito
que todos nós chegamos a esse mundo com uma missão que Deus nos dá para se
cumprir, talvez ser mãe seja a missão mais difícil de ser cumprida devido que
só se é mãe de fato quando há consciência de doar sem esperar o retorno do que
se foi doado ― doação é um ato de amor, e para que esse amor dê frutos bons,
não basta apenas plantar: é fundamental, vital, cuidar diariamente dessa
plantação. E mesmo assim, não há nenhuma garantia de uma boa colheita.
Ser mãe é beber o próprio sal das lágrimas de tristezas ou de alegrias. Ser mãe
é saber sorrir mesmo quando falta o pão para cada cria sua. Ser mãe é aceitar o
desprezo de um filho. Ser mãe é saber que o seu filho é de Deus ,e de repente
ter que devolvê-lo precocemente sentindo
uma dor indescritível― uma dor eterna ? Sim. Para quem não crer na vida pós-morte.
Não. Para quem crer que um dia acontecerá o reencontro, e, nele haverá beleza
de gestos simples como os beijos e abraços, que podem ou não terem sido
desperdiçados quando estavam juntos aqui nesse plano.
Ser
mãe é viver numa constância do paradoxo, mas, nem por isso deixa ser o que se
há de mais lindo― uma fonte intensa de água cristalina, ou seja, ser mãe de todos
os dias.
P.S.
Dedico este texto à minha mãe,a minha irmã que também considero como mãe,pois
ajudou a cuidar de mim quando eu nasci e a todas as mães.
Ana Castro
12/05/12
domingo, 11 de março de 2012
Desabafo
Penso que cada indivíduo possui a sua própria essência, assim como cada um conhece seu limite de superação.
Creio que não se compara dor e superação e considero as pessoas que, ao invés de ajudar julgam, condenam, caluniam quem não consegue conviver bem com a doença que possui. São pessoas pobres de espírito que deveriam, ao menos, ter um mínimo de dignidade e permanecer calados.
Aos desinformados, o estresse pós-traumático causa síndrome do pânico, entres outras doença. Leva à depressão e causa diversas doenças, como câncer, por exemplo. Há estudos que a maioria dos suicídios são cometidos pelo(a) depressivo(a), inclusive a pessoa pode adquirir anorexia ― uma doença crônica que gera queda de cabelos, unhas e que mata muito rápido.
É um absurdo as pessoas que sofrem dessas doenças serem consideradas vagabundas (fingem para não trabalhar). É um absurdo não haver uma campanha informativa dos governos de como tratar esses pacientes ― que, na maioria, são abandonados pela família, por amigos e ficam completamente sozinhos ― e, claro, investir em instituições com profissionais capacitados para essas doenças. Psiquiatra, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, dermatologista, ginecologista, urologista etc.
Proponho que os meus amigos do facebook me ajudem a realizar essa campanha. Lembrem-se de que nenhum de vocês está livre de sofrer um assalto relâmpago ou qualquer outro tipo de violência que pode gerar o estresse pós-traumático, que desencadeia todas as doenças que mencionei nesse texto.
Pode ser que alguns de vocês considerem esse texto agressivo. Por isso, deixo aqui a letra de uma canção que fala com mais delicadeza do que eu.
(...)Só eu sei
As esquinas por que passei
Só eu sei
Só eu sei
Sabe lá
Sabe lá
O que é não ter e ter que ter pra dar
Sabe lá
Sabe lá (...)
Sabe lá
Sabe lá (...)
(...) Só eu sei
Os desertos
Que atravessei
Só eu sei
Só eu sei
Sabe lá
O que é morrer de sede
O que é morrer de sede
Em frente ao mar
Sabe lá (...)
Sabe lá (...)
Esquinas – Djavan
Ana Castro
11/03/2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Aniversário Geraldo Azevedo 11/01
Geraldinho:
Muito me entristece quando vejo te classificarem como cantor regional. Sinceramente, não sei de onde surge esse tipo de “coisa”, pois para mim , és brasileiro , usas a língua portuguesa , a qual tenho orgulho em conhecer para ler-te no original. Isso é maravilhoso! Sendo assim, tua obra é do povo brasileiro, e tu, és nosso , e ponto.
És nosso príncipe brilhante, príncipe do Sol e ainda bem que o Rei mal coroado ficou velho e cansado, e tu não partiste.
Tua caravana é grande e cabem várias gerações acompanhando os teus berekekês, e apanhando vários táxis lunares.
Tenhas certeza ― esse povo que te ama irá contigo aonde fores, numa praça na beira do mar, num pedaço de qualquer lugar, em dias de Sol ou em dias de chuva, com dia branco ou não ― esse povo sempre estará aonde chegares.
Teus olhos brilham,moço bonito; tua alma te ilumina, teu coração derrama belos versos, melodias mais que perfeitas, e, assim, consegues nos encantar. Não há como deixarmos de entrar em êxtase quando chegas, príncipe brilhante, príncipe do Sol, príncipe da lua. Nosso príncipe!
Salve, Geraldinho! E salvemos juntos com nosso príncipe brilhante o Rio São Francisco. Ah! O velho Chico. Tão falado, tão cantado por tanta gente, mas que ficou parado nessas diversas vozes.
Agora, tu vais Geraldinho, além do cantar, do falar. Vens movimentar, balançar, o velho Chico, e , é claro que estaremos contigo nessa luta pela sobrevivência do Rio São Francisco.
Geraldinho, o Salve São Francisco que é um dos teus mais recentes trabalhos é recheado de poesias e lindas melodias. Vejo a poesia intrínseca em ti, além do grande talento de músico que tens.
Estes trabalhos que realizas ― o de salvar o velho Chico, transcende todas as riquezas que já conhecemos de ti como artista ― é um DVD para ser incluído no Ensino Fundamental, no Ensino Médio e nas universidades desse nosso país.
Fazes uma narrativa literária de toda a história do Rio São Francisco, com participações de convidados ilustres que entram nesta tão importante causa para salvar o rio que nasce lá nas Minas Gerais e percorre vários estados. É encantador vê-lo separar Pernambuco e Bahia através de uma simples ponte, onde temos de um lado, a cidade de Petrolina, Pernambuco, e do outro, Juazeiro, Bahia.
Logo após a divulgação do teu trabalho, uma emissora de televisão passou uma série sobre o Rio São Francisco e, assistindo-a, tive a impressão de perceber uma grande semelhança entre ela e o teu DVD.
Admito que a reportagem da referida emissora careceu da tua presença poética, literária, já que o profissional jornalista que normalmente usa de objetividade nas narrações, usou um tom bem poético para descrever o Rio São Francisco. Houve,sob meu entendimento,talvez um deslize já que a mim me pareceu ser imprescindível a tua presença no citado documentário.
O teu projeto “Salve São Francisco” é um exemplo, uma dica, para que todos os brasileiros tentem salvar os nossos rios que são tantos ,e lamentavelmente, estão fenecendo, e provavelmente, nós também iremos fenecer com eles se nada fizermos para salvá-los e, consequentemente , a nós mesmos.
Valeu, Geraldo Azevedo, por esse rico presente que nos dás; que ficará na história de nosso país que ainda é tropical , e onde suas riquezas são tão cobiçadas por outras nações.
Companheiro, se no passado a censura entendeu que o nome Joana representava um código da maconha ,e, por isso,foste obrigado a trocar o nome de Joana por Diana, não faz mal, o importante é que recebeste o teu talismã tão desejado, além do que, Joana e Diana ambas terminam em Ana.
E eu ― que sou realmente Ana ― te dou meu talismã.
Feliz aniversário!!!
Ana Castro
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
''Quando eu me chamar saudade.''
Creio que muitos conhecem esse título e quem não o conhece passará a conhecê-lo através deste texto.
Baseado nessa música do Nelson Cavaquinho/Guilherme de Brito, penso que não é mais o meu momento de falar ou escrever para Paulo Cézar, e sim, dedicá-lo minhas preces silenciosas, devido eu não ter perdido a oportunidade de dedicá-lo em vida meu sútil afeto. Considero o afeto um sentimento que representa gestos simples, por isso o termo sútil: porque acredito que a simplicidade é bela!
O que deixarei aqui são mensagens para Branca, Deolinda, Maria Emilce ―irmãs de sangue do Paulo Cézar― para os amigos, sobrinhos, sobrinhos netos, para os filhos do Pai Cézar e para todos que o amaram.
Antes de tecer meu singelo sentimento para todos que citei, vou deixar primeiro a poesia que dá o título a este texto, pois creio que seria indelicado da minha parte supor que todos o conheçam( não só esse poema como tantos outros), já que, nós temos um universo de grandes poetas.
Sei que amanhã quando eu morrer/ Os meus amigos vão dizer/Que eu tinha um bom coração/Alguns até hão de chorar/ E querer me homenagear/ Fazendo de ouro um violão/Mas depois que o tempo passar/Sei que ninguém vai se lembrar/ Que eu fui embora/Por isso é que eu penso assim/Se alguém quiser fazer por mim/Que faça agora/Me dê as flores em vida/ O carinho, a mão amiga/Para aliviar meus ais/Depois que me chamar saudade/ Não preciso de vaidade/ Quero preces e nada mais.
Optei por colocar aqui esse poema, porque a morte é a única certeza que temos na vida e eu já deixei por escrito o que eu desejo quando eu partir. Na tarde de quatorze de novembro eu li para o Cézar minha vontade póstuma e ele riu .Por questões de segundo ficou pensativo e disse: “ É. Ana Luzia eu não tinha parado para pensar assim. Mas, sabe que agora ouvindo você falar acho que é isso mesmo.”
Também, comentei com ele que faço algumas comidas deliciosas, mas que só Bárbara e a mãe sabiam disso. Ele deu uma gargalhada e disse: “ Isso eu não acredito não! No dia seguinte o convidei para vir jantar conosco uma comida que tinha acabado de inventar. Cézar se deliciou e disse: “ Retiro o que eu disse ontem ... ” e riu.
No dia dezoito de novembro Cézar e eu estávamos na mesma festa, o aniversário da minha sobrinha Luiza, e eu tinha que vir embora cedo porque Bárbara tinha prova no dia seguinte. Quando nós estávamos vindo embora, ele pediu para vir conosco e veio.
Chegando à nossa casa Cézar estava muito agitado e se queixando de uma forte dor de cabeça. Pediu um remédio e que Bárbara arrumasse rápido a cama dela que ele precisava deitar. Assim foi feito. Não sei o porquê, mas Cézar se encantou com o travesseiro da Bárbara, de fato o travesseiro é muito confortável. No dia seguinte quando eu soube do comentário liguei para ele, contudo ele já estava indo para rodoviária e me comprometi em dá-lo um travesseiro igual o da Bárbara.
Esses últimos bons momentos que tive com o Paulo Cézar é que está e permanecerá em minha memória, como já disse, o belo para mim é o simples e o simples é o belo.
(...) A vida é mesmo uma missão
A morte é uma ilusão
Só sabe quem viveu
Pois quando o espelho é bom
Ninguém jamais morreu
E o meu medo maior é o espelho se quebrar.
João Nogueira/ Paulo César Pinheiro
Paulo Cézar França Zapp herdou um espelho de altíssima qualidade.
Com convicção afirmo para aos que ficaram que não tenham medo de um dia esse espelho vir a se quebrar. Esse espelho jamais se quebrará.
Muitas famílias se dispersam quando a mãe ou pai falecem. Esse fato é muito comum. Sabem por quê? Porque não souberam construir a simbologia do espelho, ou seja, o afeto tão bem entrelaçado que não há formas de desfazer esses nós dados por mãos fiéis onde há certeza que família não é para ser desfeita, mas sim, para que haja a renovação constante do amor, sendo que, é inevitável discussões e desentendimentos entre irmãos. Por isso, o amor que tudo supera deve ser infinitamente mais relevante que os pequenos desentendimentos, daí o efeito causa a renovação do amor― a união― os almoços constante, o zelo entre os irmãos, dos tios para com os sobrinhos; um zelo que não há possibilidade de ser desfeito.
Tia Arminda soube entrelaçar esses nós com sabedoria, e que penso eu, que a minha madrinha, Branca, com firmeza deu continuidade e com certeza alguém dessa nova geração da família já possui em mão essa colcha de retalhos tão linda que Tia Arminda teceu e que a Branca continua tecendo.
Todas as religiões afirmam que a vida é eterna. E para quem crer nessa afirmação, acredito que se deva guardar na memória a alegria que o Paulo Cézar trazia consigo, contudo a saudade é inevitável! Creio que só as preces são de grande relevância e podem acalentar os corações, tanto dos que ficaram como a alma do Paulo Cézar, do Cézar, do Pai Cézar...
Se houver alguém que tenha cometido alguma injustiça, ofensas... com o Paulo Cézar, seja no passado remoto ou em um passado presente, peço que não fique se culpando, se martirizando, porque existe o perdão, além do que, é do ser humano cometer falhas ― o que não significa fazer dessas falhas uma constante em nossas vidas. Saber pedir perdão é um gesto de humildade e ao mesmo tempo um gesto de grande nobreza. O perdão é lindo!
Vocês que conheceram o Paulo Cézar França Zapp, acreditam que ele trazia consigo um bom espelho? Se acreditam, enxuguem às lágrimas e sorriam.
Sorriam, afinal tiveram o privilégio de conviver e desfrutar dessa colcha que Tia Arminda teceu com todo amor que nela havia.
Abraços a todos,
Ana Castro
28/11/2011
P.S. Tinha combinado com o Cézar de fazer um vídeo dele com uma música da Emilinha Borba quando a Bárbara entrasse de férias e ontem foi o primeiro dia das férias dela. Por isso deixaremos aqui um vídeo com uma das músicas da Emilinha.
Assinar:
Postagens (Atom)





